Thursday, December 14, 2006

UM EXEMPLO DE TRABALHO

EM BUSCA DO TRÂNSITO IDEAL

No oceano Atlântico da incompetência administrativa geral, eis que, de repente, há luz no fim do túnel. Esse rapaz, João Trajano, diretor presidente da EMTU, vem demonstrando que - com boas idéias e gente competente à sua volta - pode mudar, para melhor, o desordenado e quase caótico estado do trânsito em Macapá.
A Empresa Municipal de Transportes Urbanos, desde que Trajano lá desembarcou, saiu do vermelho. A cidade está mais bonita, visualmente. As ruas sinalizadas. Mas não é só. Criou-se o chamado Espaço Vivencial. Uma área, agregada à EMTU - onde crianças (escolares), jovens e adultos poderão trocar idéias, aprender sobre o trânsito, entender melhor a importância da Educação para o Trânsito, para suas vidas e para a comunidade.
Também novas licitações serão feitas, visando melhorar a qualidade do transporte coletivo em Macapá. A Câmara de Vereadores aprovou tudo.
Taí um moço que deveria, no mínimo, ser um secretário de Estado. Porque sabe trabalhar, não foge do diálogo e está ficando com a fama de resolvedor de problemas.

MANCEBIA VALORIZADA

Um promotor do Ministério Público, caneta, papel e lei nas mãos, deveria exigir que o governo do Estado do Amapá, a bem da verdade e do interesse público, publicasse os valores pagos (e a quem) na imprensa local.
Essa mancebia imprensa-governo, se for revelada às claras, irá assustar muita gente. São milhões torrados no blá-blá-blá de elogios (beirando ao mais puro puxa-saquismo). Claro que toda administração, grande, média e pequena, precisa divulgar as suas coisas, as suas realizações.
O problema é respeitar a ética! Selecionando quem pode defender a administração, sem avançar nas verbas, utilizando aquele sistema do morde-e-assopra, ou seja, hoje fala mal (deliberadamente), amanhã, idem. Depois, recebem um telefonema e passam lá no caixa. No outro dia, rasgam elogios ao governo. Tudo parece brilhar. É assim que funciona. Ou melhor: é assim o jogo da imprensa com o governo.

CIDADE MARAVILHOSA

O MELHOR DOS MUNDOS

Alvissaras! Hoje, sai de casa com a impressão de que, de fato, vivemos e convivemos na melhor cidade e no melhor dos mundos. Tudo parece respirar os ares natalinos. A felicidade e os sorrisos imperam. Que houve? De repente, Papai Noel apareceu ao volante de sua Hilux cabine dupla? Contas bancárias também sorriem, satisfeitas? Que houve nesta cidade?
Macapá amanheceu otimista. Tudo funciona. Os hospitais, inclusive. Não há idosos em filas. A merenda escolar é de nível suíço. As repartições exibem eficiência. O governo é dos melhores. Que fada-madrinha passou aqui?
Ah, sim! Como sou esquecido! Minha cabeça, coitada, já não funciona como dantes. Afinal, sou um pobre escriba entrado em idade provecta. Meu Deus!
O que esqueci, sabem o que foi? O detalhe de que o caixa-imprensa do governo, de ontem para hoje, liberou as faturas. O pagamentozinho do tal de "jabá", para a moçada dos jornais impressos (os donos, é claro), das rádios e televisões. Ninguém é de ferro. Que cidade maravilhosa!

CIDADE MARAVILHOSA

O MELHOR DOS MUNDOS

Alvissaras! Hoje, sai de casa com a impressão de que, de fato, vivemos e convivemos na melhor cidade e no melhor dos mundos. Tudo parece respirar os ares natalinos. A felicidade e os sorrisos imperam. Que houve? De repente, Papai Noel apareceu ao volante de sua Hilux cabine dupla? Contas bancárias também sorriem, satisfeitas? Que houve nesta cidade?
Macapá amanheceu otimista. Tudo funciona. Os hospitais, inclusive. Não há idosos em filas. A merenda escolar é de nível suíço. As repartições exibem eficiência. O governo é dos melhores. Que fada-madrinha passou aqui?
Ah, sim! Como sou esquecido! Minha cabeça, coitada, já não funciona como dantes. Afinal, sou um pobre escriba entrado em idade provecta. Meu Deus!
O que esqueci, sabem o que foi? O detalhe de que o caixa-imprensa do governo, de ontem para hoje, liberou as faturas. O pagamentozinho do tal de "jabá", para a moçada dos jornais impressos (os donos, é claro), das rádios e televisões. Ninguém é de ferro. Que cidade maravilhosa!

ESPAÇO ALTERNATIVO

OLÁ, AMIGOS!

É sempre conveniente buscar espaços alternativos. A comunicação - jornais, revistas (raras), o rádio e a TV, em Macapá - não anda bem das pernas.
É a mídia nanica. Um tipo de imprensa atrelada ao palácio do governo. Uma imprensa que só elogia. Que nada vê, nem critica. Ora, todo mundo sabe o que se passa nos bastidores. Rádios, jornais e dezenas de profissionais da mídia, recebem dinheiro do governo do Estado. A ordem é só uma: falar bem e nada de questionamentos sobre o desempenho, ou a relação custo-benefício entre o que o povo cobra e o que o governo efetivamente faz.